O delegado seccional, Dr. Gilson Duarte, concedeu entrevista na manhã desta terça-feira, em relação à captura na noite de ontem, de dois suspeitos do bárbaro assassinato de Lânia de Souza, caso que chocou o município de Monteiro e região.
Um dos suspeitos foi preso em uma pousada na cidade de Caruaru, ao lado de uma mulher com quem manteve relacionamento amoroso recentemente.
O outro suspeito foi preso na cidade de Monteiro, já prestou depoimento e confirmou participação na ocultação do cadáver.
Segundo o delegado, Lânia deve ter sido assassinada dentro da residência do suspeito capturado em Caruaru, que logo após manteve contato com o suspeito preso em Monteiro, que o ajudou levando o corpo enrolado em um lençol, para o porta-malas de um veículo que já foi apreendido e devidamente periciado, pertencente a uma terceira pessoa que a preço de hoje não tem nenhum envolvimento com o crime.
Dr. Gilson confirmou que o acusado de praticar o homicídio encontra-se detido em Caruaru, e até o presente momento se mantém no direito de ficar em silêncio e não dar qualquer declaração em depoimento.
Segundo o delegado, a transferência dele para Monteiro ainda vai depender do entendimento entre as secretarias de segurança de Pernambuco e da Paraíba.
Sobre a jovem supostamente sequestrada no dia de ontem, o delegado afirmou que ela ainda não foi ouvida em depoimento, pois está se deslocando de Caruaru para a cidade de Monteiro, então não se pode afirmar se ela é vítima de sequestro ou estava ao lado do suspeito por vontade própria.
O delegado citou inclusive, que chama a atenção o fato de o suposto sequestro ter sido realizado com o suspeito a bordo de uma motocicleta.
Quanto ao suspeito preso em Monteiro, o mesmo confessou participação na ocultacão do cadáver, desde a sua retirada da casa do segundo suspeito, cadáver este enrolado em um pano, até a tentativa de queimar o corpo utilizando gasolina adquirida pelo suposto autor do crime.
O delegado ainda confirmou que ambos os suspeitos terão prisão preventiva decretada pelo prazo de 30 dias, prazo este que a polícia tem para concluir o inquérito civil.
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